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De
Bugatti a Cadillac:
veja os 10 carros com os
maiores motores da história
The Beast
Se a indústria automotiva no momento busca cada vez mais
diminuir seus motores e deixa-los mais eficientes para
controlar as emissões, já houve um tempo em que isso não era
uma preocupação. E mesmo fazendo um carro se tornar pesado
demais ou pouco econômico, fabricantes investiam pesado no
conceito em nome do desempenho.
Veja aqui alguns dos principais exemplos na
história:
Os 10 carros com os maiores motores da
história
Bentley 8-Litre (8,0
litros)
Se havia um hipercarro nos anos 1930, era certamente este
aqui. Não apenas porque somente 100 foram feitos, mas também
por seu motor de 8 litros - absolutamente distante da
realidade dos carros da época. Seus 220 cv o transformavam
em um dos carros de rua mais potentes... em 1931.
Bugatti Veyron (8,0 litros)
O carro francês leva a capacidade de seu motor de 8 litros
W16 à prova, chegando a impressionantes 407 km/h com seus
987 cv de potência. Com quatro turbos e 64 válvulas, são
necessários dez radiadores para manter a unidade na
temperatura correta.
Chevrolet Suburban (8,1 litros)
Com um corpo grande e pesado, o Suburban necessitava de um
motor "à altura". Assim, de 2001 a 2006, o motor Vortec V8
de 340 cv foi oferecido como o maior para o modelo. No fim,
a unidade foi cortada da produção pelo grande consumo de
combustível.
Cadillac Eldorado (8,2 litros)
O Eldorado foi lançado em 1953, mas foi sendo atualizado ao
longo dos anos e em 1970 teve seu motor aumentado para 8,2
litros, produzindo modestos 400 cv. Obviamente, o propulsor
acabou sendo estrangulado pelas leis nos anos seguintes
devido a sua alta emissão. Em 1976, o motor dispunha de
apenas 190 cv.
Dodge Ram (8,3 litros)
Utilizando o mesmo motor do Viper, a Ram SRT-10 oferecia em
2004 - ano de seu lançamento - cerca de 500 cv. Sua força
era impressionante, com o carro indo de 0 a 100 km/h em 4,9
segundos e chegando a cerca de 233 km/h.
Dodge Viper (8,4 litros)
Em sua quarta geração, o carro viu seu motor 8,0 aumentando
para 8,4. Isso foi feito utilizando a mesma disposição
anterior - um V10 - apenas com ajustes nas válvulas. Quando
chegou ao mercado, em 2015, o carro tinha 650 cv. Uma versão
GT3 deste VIper ainda foi feita, levando o motor aos 680 cv.
Bugatti Royale (12,7 litros)
Seis modelos do Royale foram construídos entre 1927 e 1933,
com seu motor de 12,7 litros sendo projetado originalmente
pelo Ministério Aeronáutico da França, mas nunca sendo
utilizado. A Bugatti o reformou e o lançou em seu carro. O
propulsor tinha oito cilindros e três válvulas em cada um.
Cadillac Sixteen Concept (13,6 litros)
A Cadillac se inspirou nos anos 1920 para em 2003
desenvolver o Sixteen Concept, com um motor V16 de nada
menos que 13,6 litros de capacidade. No fim, eram dois V8s
juntos, que de acordo com cálculos rendiam 1.000 cv pesando
cerca de 2.200 kg. Para economizar combustível, havia a
opção de desligar alguns cilindros do motor.
Napier-Railton (23,9 litros)
Nesta época, mais potência significava um motor maior.
Assim, em 1936 a Napier Lion construiu uma unidade de 23,9
litros para quebrar um recorde de 241 km/h no deserto de sal
de Bonneville, nos EUA. O propulsor tinha 12 cilindros
agrupados em três grupos de quatro cilindros em configuração
de "flecha".
The Beast (27,0 litros)
Um chassi foi especialmente concebido para a construção
desta monstruosidade. O proprietário colocou nele um
propulsor V12 de 27 litros da Rolls-Royce utilizado em
aviões. Em 1970, quando foi construído, o modelo de 1.000 cv
se tornou o carro de rua mais potente de todos os tempos,
chegando a quase 300 km/h. Os tempos mudaram, mas suas
arquitetura continua sendo bastante peculiar.
Como afastar e eliminar
caramujos do quintal
e do jardim
Sem recorrer a venenos, ensinamos soluções
caseiras para manter as plantas protegidas dos moluscos Caramujos, caracóis e lesmas preferem locais úmidos
Com a proximidade do inverno, é natural que os caramujos
comecem a aparecer no jardim, principalmente, em regiões
úmidas. Estes pequenos moluscos se reproduzem facilmente e
se alimentam das plantas, furando e devorando folhas, caules
e botões florais por onde passam. Antes de recorrer a um
moluscicida, receitas caseiras podem ajudá-lo a manter os
bichos longe. Em primeiro lugar, é ideal limpar o quintal ou
os vasos, começando por remover detritos espalhados pelo
chão, como galhos, folhas decompostas, ervas daninhas e
restos de plantas, que podem servir de alimentos para os
moluscos, além de tábuas e tijolos, afinal, eles adoram se
esconder debaixo desses elementos.
Os caramujos se alimentam das plantas, furando e
devorando folhas, caules e botões florais
Se a ideia é afastar sem matar, espalhe pelo jardim pedaços
de chuchu ou sacos de estopa embebidos em cerveja: eles
serão atraídos por essas armadilhas e, após algumas horas,
poderão ser facilmente recolhidos. Use luvas ou tenha apoio
de um plástico nessa hora para não tocá-los com as mãos,
pois eles podem transmitir doenças. “Soluções caseiras à
base de fumo ou vinagre com alho também podem ser borrifadas
para afastar moluscos e são menos agressivas à planta do que
venenos”, afirma o engenheiro agrônomo Rodrigo Oliveira. Mas
se a ideia é realmente eliminar os caramujos, polvilhe sal,
bicarbonato de sódio ou canela em pó ao redor do vaso. Essa
também acaba sendo uma barreira eficiente para as formigas.
Desinchando o corpo:
10 alimentos que combatem
a retenção hídrica
Nem sempre aqueles quilos a mais estão
relacionados à gordura. Muitas vezes são apenas líquidos.
Saiba remover o excesso Desinchando o corpo
Desinchando o corpo com comida. Sabemos que muitas pessoas
podem pensar que isso não é real. Afinal, quando nos
sentimos inchados, a defesa natural é evitar a ingestão de
líquidos e alimentos, para ver se o organismo volta ao
normal. No entanto, isso pode ser um verdadeiro tiro no pé.
A resposta fisiológica, geralmente, é ser mais complexa do
que se imagina. Quando o corpo detecta a falta de ingestão
de algum nutriente - ou de vários -, costuma montar uma
espécie de racionamento para o estoque interno. Tudo para
não deixar que aquela determinada substância acabe. Sendo
assim, se você para de comer drasticamente, ele vai tentar
guardar o máximo possível de gordura, reduzindo o
metabolismo. Com a escassez de água é a mesma coisa, só que
em vez de engordar, você retém líquido. Por isso, além de
consumir quantidades satisfatórias de água, também é
fundamental ingerir alimentos que hidratam o corpo. Muitas
vezes, aqueles quilinhos a mais na balança não são culpa do
excesso de gordura. Não é raro encontrar pessoas com
percentual lipídico dentro do aceitável, que estão com um
certo sobrepeso devido à retenção hídrica. Para evitar que
isso ocorra, a nutróloga Letícia Fontes separou, primeiro,
alguns tipos de alimentos que não podem estar na sua dieta.
Confira:
Bebidas gaseificadas: elas possuem pH muito
ácido;
Bebidas enlatadas ou em caixinhas: contêm
excesso de conservantes;
Alimentos com excesso de sal refinado
(sódio): embutidos, biscoitos, temperos prontos,
sopa/macarrão instantâneo, molho pronto;
Alimentos com corantes artificiais: balas,
gelatinas e refrigerantes.
Desinchando o corpo
Agora, se você já abusou desses alimentos e está com aquela
incômoda sensação de inchaço, mantenha a calma. Nada está
perdido. Letícia também listou os 10 melhores alimentos para
combater a retenção hídrica:
Água de coco
Chá de cavalinha
Chá de hibisco
Chá verde
Chá de quebra-pedra
Pepino
Agrião
Salsão
Melão
Melancia
Desinchando o corpo com comida, você garante uma alimentação
segura e saudável. Fica longe de produtos químicos e
diuréticos sintéticos, que podem ser agressivos para o
organismo e causar prejuízos irreversíveis. Por fim, a
nutricionista também recomenda a ingestão de, pelo menos,
dois litros de água por dia, e a prática regular de
atividades físicas. Ou seja, tudo faz parte do bom e velho
estilo de vida saudável. Onde é possível emagrecer sem
sofrimento, ganhar massa muscular gradativamente e ser
feliz, sem maiores privações.
Cada cor de detergente
tem uma funcionalidade:
veja para que serve
Não é por acaso a existência de cada coloração e muita
coisa a ciência consegue justificar
Quando o assunto é limpeza, o detergente está
no TOP 1 de muita gente!
Se tratando de praticidade, flexibilidade, custo-benefício e
eficiente, o famoso “sabão líquido” ajuda (e muito) em casa.
Não só para lavar louça, o item serve para ajudar a limpar o
chão, esfregar o banheiro, lustrar móveis e mais uma porção
de outras coisas.
Cada cor de detergente tem uma funcionalidade: veja para que
serve:
Transparente
Começando a explicação, digamos que o transparente é um dos
queridinhos do pessoal, né? Saiba que ele é um excelente
desengordurante e perfeito para lavar louças, vasilhas e
potes de plástico.
Branco
Enquanto isso, aqueles que possuem a coloração branca são
indicados para ficarem na sua lavanderia! Acontece que eles
são excelentes para lavar tecidos e remover manchas das
roupas.
Amarelo
Se você é do time que só compra o amarelo saiba que ele é um
dos que mais funcionam! Essa cor de detergente é ótima para
lavagem de roupas, limpeza de pisos, paredes, estofados,
banheiros e quintais.
Vermelho
Esse aqui é um pouco mais forte e denso. Especialistas
indicam o seu uso para retirar cheiros fortes, como peixe,
alho, cebola e outros temperos que ficam impregnados nos
utensílios.
Verde
Por último, temos o detergente verde ou de limão. Se você
busca dar um toque perfumado aos utensílios lavados aposte
neste produto. Assim como o vermelho, ele é ótimo para tirar
o cheiro de superfícies.
Banha de porco ou óleo de soja:
Qual é mais saudável para cozinhar?
Do laboratório para a panela: a ciência que está trazendo
a banha de volta às cozinhas
Um estudo científico brasileiro está virando de cabeça para
baixo tudo o que pensávamos saber sobre gorduras para
cozinhar. A banha de porco, antes considerada inimiga da
saúde, pode ser na verdade uma opção mais saudável que o
popular óleo de soja.
Durante décadas, acreditamos que substituir gorduras animais
por vegetais era a escolha mais saudável. Mas novas
pesquisas estão revelando que essa troca pode ter sido um
dos maiores erros nutricionais do século passado. A ciência
agora mostra que a banha de porco, usada por nossas avós,
tem propriedades que a tornam superior ao óleo de soja em
muitos aspectos.
O estudo que desmistificou a banha
Pesquisadoras da Faculdade União das Américas, no Paraná,
conduziram um experimento revelador. Elas acompanharam dois
grupos de voluntários – um usando exclusivamente óleo de
soja e outro apenas banha de porco em suas preparações
culinárias. Os resultados foram surpreendentes. O grupo que
usou óleo de soja apresentou redução de 20,5% nos níveis de
colesterol HDL, o chamado “colesterol bom”. Além disso,
esses participantes tiveram aumento significativo no
colesterol LDL (o “ruim”) e nos triglicerídeos. Já o grupo
da banha manteve níveis estáveis de colesterol e ainda
apresentou menor ganho de peso. Mas por que isso acontece? A
resposta está na composição dessas gorduras. A banha de
porco é mais estável termicamente, oxidando menos durante o
cozimento. Já os óleos vegetais poliinsaturados, como o de
soja, são mais propensos a formar compostos prejudiciais
quando aquecidos.
A grande farsa do século XX
O médico vascular Dayan Siebra não hesita em chamar a
campanha contra a banha de porco de “um dos maiores erros
nutricionais do último século”. Segundo ele, a demonização
da gordura animal foi impulsionada por interesses comerciais
da indústria de óleos vegetais na década de 1970. Criaram um
mito de que a banha entupia artérias, quando na verdade os
problemas cardíacos aumentaram justamente quando as pessoas
substituíram gorduras tradicionais por óleos vegetais
processados. Ele ressalta que muitas culturas tradicionais
que usam banha há séculos têm baixíssimos índices de doenças
cardíacas.
Os benefícios surpreendentes da banha
Além de ser mais estável para cozinhar, a
banha de porco traz diversos benefícios nutricionais:
1. Perfil lipídico equilibrado: Contém cerca de 40% de
gordura saturada, 50% monoinsaturada (a mesma do azeite) e
apenas 10% poliinsaturada. Essa composição a torna mais
estável ao calor.
2. Rico em vitaminas: É fonte natural de vitaminas
lipossolúveis como a D (rara em alimentos), E e K2,
essenciais para saúde óssea e cardiovascular.
3. Ponto de fumaça alto: Suporta temperaturas de até 190°C
sem se decompor, ideal para frituras. O óleo de soja começa
a oxidar a 160°C.
4. Sabor incomparável: Chefs de cozinha afirmam que a banha
proporciona textura crocante e realça sabores como nenhum
óleo vegetal consegue.
Como reintroduzir a banha na sua cozinha
Se você quer experimentar os benefícios da banha, é
importante escolher produtos de qualidade. Prefira banha
artesanal, de produtores locais ou versões industrializadas
sem aditivos. Armazene em local fresco ou na geladeira para
aumentar sua durabilidade. Comece substituindo gradualmente:
use banha para refogar legumes, preparar carnes ou mesmo em
assados. Muitas pessoas relatam que alimentos fritos na
banha ficam menos oleosos e mais crocantes.
Mas atenção: como qualquer gordura, a banha deve ser
consumida com moderação.
O veredito final
A ciência moderna está redescobrindo a sabedoria
tradicional: a banha de porco, usada com moderação, pode ser
uma opção mais saudável que muitos óleos vegetais
processados. Ela não só é mais estável para cozinhar, como
também oferece nutrientes importantes que os óleos refinados
não possuem. Enquanto isso, o óleo de soja – especialmente
quando usado em frituras ou reaquecido várias vezes – pode
promover inflamação e desequilíbrios nos níveis de
colesterol. A solução? Voltar às origens, mas com o
conhecimento científico que temos hoje. Como diz o ditado
popular: “Tudo o que é velho pode se tornar novo novamente”.
No caso da banha de porco, essa máxima nunca foi tão
verdadeira – e tão comprovada pela ciência.