Almanaque umdoistres

Fevereiro 2026

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De Bugatti a Cadillac:
veja os 10 carros com os
maiores motores da história


The Beast

Se a indústria automotiva no momento busca cada vez mais diminuir seus motores e deixa-los mais eficientes para controlar as emissões, já houve um tempo em que isso não era uma preocupação. E mesmo fazendo um carro se tornar pesado demais ou pouco econômico, fabricantes investiam pesado no conceito em nome do desempenho.

Veja aqui alguns dos principais exemplos na história:

Os 10 carros com os maiores motores da história

Bentley 8-Litre (8,0 litros)


Se havia um hipercarro nos anos 1930, era certamente este aqui. Não apenas porque somente 100 foram feitos, mas também por seu motor de 8 litros - absolutamente distante da realidade dos carros da época. Seus 220 cv o transformavam em um dos carros de rua mais potentes... em 1931.

Bugatti Veyron (8,0 litros)


O carro francês leva a capacidade de seu motor de 8 litros W16 à prova, chegando a impressionantes 407 km/h com seus 987 cv de potência. Com quatro turbos e 64 válvulas, são necessários dez radiadores para manter a unidade na temperatura correta.

Chevrolet Suburban (8,1 litros)


Com um corpo grande e pesado, o Suburban necessitava de um motor "à altura". Assim, de 2001 a 2006, o motor Vortec V8 de 340 cv foi oferecido como o maior para o modelo. No fim, a unidade foi cortada da produção pelo grande consumo de combustível.

Cadillac Eldorado (8,2 litros)


O Eldorado foi lançado em 1953, mas foi sendo atualizado ao longo dos anos e em 1970 teve seu motor aumentado para 8,2 litros, produzindo modestos 400 cv. Obviamente, o propulsor acabou sendo estrangulado pelas leis nos anos seguintes devido a sua alta emissão. Em 1976, o motor dispunha de apenas 190 cv.

Dodge Ram (8,3 litros)


Utilizando o mesmo motor do Viper, a Ram SRT-10 oferecia em 2004 - ano de seu lançamento - cerca de 500 cv. Sua força era impressionante, com o carro indo de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos e chegando a cerca de 233 km/h.

Dodge Viper (8,4 litros)


Em sua quarta geração, o carro viu seu motor 8,0 aumentando para 8,4. Isso foi feito utilizando a mesma disposição anterior - um V10 - apenas com ajustes nas válvulas. Quando chegou ao mercado, em 2015, o carro tinha 650 cv. Uma versão GT3 deste VIper ainda foi feita, levando o motor aos 680 cv.

Bugatti Royale (12,7 litros)


Seis modelos do Royale foram construídos entre 1927 e 1933, com seu motor de 12,7 litros sendo projetado originalmente pelo Ministério Aeronáutico da França, mas nunca sendo utilizado. A Bugatti o reformou e o lançou em seu carro. O propulsor tinha oito cilindros e três válvulas em cada um.

Cadillac Sixteen Concept (13,6 litros)


A Cadillac se inspirou nos anos 1920 para em 2003 desenvolver o Sixteen Concept, com um motor V16 de nada menos que 13,6 litros de capacidade. No fim, eram dois V8s juntos, que de acordo com cálculos rendiam 1.000 cv pesando cerca de 2.200 kg. Para economizar combustível, havia a opção de desligar alguns cilindros do motor.

Napier-Railton (23,9 litros)


Nesta época, mais potência significava um motor maior. Assim, em 1936 a Napier Lion construiu uma unidade de 23,9 litros para quebrar um recorde de 241 km/h no deserto de sal de Bonneville, nos EUA. O propulsor tinha 12 cilindros agrupados em três grupos de quatro cilindros em configuração de "flecha".

The Beast (27,0 litros)


Um chassi foi especialmente concebido para a construção desta monstruosidade. O proprietário colocou nele um propulsor V12 de 27 litros da Rolls-Royce utilizado em aviões. Em 1970, quando foi construído, o modelo de 1.000 cv se tornou o carro de rua mais potente de todos os tempos, chegando a quase 300 km/h. Os tempos mudaram, mas suas arquitetura continua sendo bastante peculiar.

Fonte: https://www.bol.uol.com.br/listas/relembre-os-10-carros-com-os-maiores-motores-da-historia.htm

Como afastar e eliminar
caramujos do quintal
e do jardim

Sem recorrer a venenos, ensinamos soluções caseiras para manter as plantas protegidas dos moluscos

Caramujos, caracóis e lesmas preferem locais úmidos

Com a proximidade do inverno, é natural que os caramujos comecem a aparecer no jardim, principalmente, em regiões úmidas. Estes pequenos moluscos se reproduzem facilmente e se alimentam das plantas, furando e devorando folhas, caules e botões florais por onde passam. Antes de recorrer a um moluscicida, receitas caseiras podem ajudá-lo a manter os bichos longe. Em primeiro lugar, é ideal limpar o quintal ou os vasos, começando por remover detritos espalhados pelo chão, como galhos, folhas decompostas, ervas daninhas e restos de plantas, que podem servir de alimentos para os moluscos, além de tábuas e tijolos, afinal, eles adoram se esconder debaixo desses elementos.


Os caramujos se alimentam das plantas, furando e devorando folhas, caules e botões florais

Se a ideia é afastar sem matar, espalhe pelo jardim pedaços de chuchu ou sacos de estopa embebidos em cerveja: eles serão atraídos por essas armadilhas e, após algumas horas, poderão ser facilmente recolhidos. Use luvas ou tenha apoio de um plástico nessa hora para não tocá-los com as mãos, pois eles podem transmitir doenças. “Soluções caseiras à base de fumo ou vinagre com alho também podem ser borrifadas para afastar moluscos e são menos agressivas à planta do que venenos”, afirma o engenheiro agrônomo Rodrigo Oliveira. Mas se a ideia é realmente eliminar os caramujos, polvilhe sal, bicarbonato de sódio ou canela em pó ao redor do vaso. Essa também acaba sendo uma barreira eficiente para as formigas.

Fonte: https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Jardim/noticia/2021/05/como-afastar-e-eliminar-caramujos-do-quintal-e-do-jardim.html

Desinchando o corpo:
10 alimentos que combatem
a retenção hídrica

Nem sempre aqueles quilos a mais estão relacionados à gordura. Muitas vezes são apenas líquidos. Saiba remover o excesso

Desinchando o corpo

Desinchando o corpo com comida. Sabemos que muitas pessoas podem pensar que isso não é real. Afinal, quando nos sentimos inchados, a defesa natural é evitar a ingestão de líquidos e alimentos, para ver se o organismo volta ao normal. No entanto, isso pode ser um verdadeiro tiro no pé. A resposta fisiológica, geralmente, é ser mais complexa do que se imagina. Quando o corpo detecta a falta de ingestão de algum nutriente - ou de vários -, costuma montar uma espécie de racionamento para o estoque interno. Tudo para não deixar que aquela determinada substância acabe. Sendo assim, se você para de comer drasticamente, ele vai tentar guardar o máximo possível de gordura, reduzindo o metabolismo. Com a escassez de água é a mesma coisa, só que em vez de engordar, você retém líquido. Por isso, além de consumir quantidades satisfatórias de água, também é fundamental ingerir alimentos que hidratam o corpo. Muitas vezes, aqueles quilinhos a mais na balança não são culpa do excesso de gordura. Não é raro encontrar pessoas com percentual lipídico dentro do aceitável, que estão com um certo sobrepeso devido à retenção hídrica. Para evitar que isso ocorra, a nutróloga Letícia Fontes separou, primeiro, alguns tipos de alimentos que não podem estar na sua dieta. Confira:

Bebidas gaseificadas: elas possuem pH muito ácido;


 

Bebidas enlatadas ou em caixinhas: contêm excesso de conservantes;

 

Alimentos com excesso de sal refinado (sódio): embutidos, biscoitos, temperos prontos, sopa/macarrão instantâneo, molho pronto;


Alimentos com corantes artificiais: balas, gelatinas e refrigerantes.


Desinchando o corpo
Agora, se você já abusou desses alimentos e está com aquela incômoda sensação de inchaço, mantenha a calma. Nada está perdido. Letícia também listou os 10 melhores alimentos para combater a retenção hídrica:

Água de coco


Chá de cavalinha


Chá de hibisco


Chá verde


Chá de quebra-pedra


Pepino


Agrião


Salsão


Melão


Melancia



Desinchando o corpo com comida, você garante uma alimentação segura e saudável. Fica longe de produtos químicos e diuréticos sintéticos, que podem ser agressivos para o organismo e causar prejuízos irreversíveis. Por fim, a nutricionista também recomenda a ingestão de, pelo menos, dois litros de água por dia, e a prática regular de atividades físicas. Ou seja, tudo faz parte do bom e velho estilo de vida saudável. Onde é possível emagrecer sem sofrimento, ganhar massa muscular gradativamente e ser feliz, sem maiores privações.

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/autocuidado/desinchando-o-corpo-10-alimentos-que-combatem-a-retencao-hidrica,9a51601acbb1bc24ab74b93c4c4256fekc8i8cc4.html?utm_source=clipboard

Cada cor de detergente
tem uma funcionalidade:
veja para que serve


Não é por acaso a existência de cada coloração e muita coisa a ciência consegue justificar

Quando o assunto é limpeza, o detergente está no TOP 1 de muita gente!

Se tratando de praticidade, flexibilidade, custo-benefício e eficiente, o famoso “sabão líquido” ajuda (e muito) em casa. Não só para lavar louça, o item serve para ajudar a limpar o chão, esfregar o banheiro, lustrar móveis e mais uma porção de outras coisas.
Cada cor de detergente tem uma funcionalidade: veja para que serve:
Transparente
Começando a explicação, digamos que o transparente é um dos queridinhos do pessoal, né? Saiba que ele é um excelente desengordurante e perfeito para lavar louças, vasilhas e potes de plástico.
Branco
Enquanto isso, aqueles que possuem a coloração branca são indicados para ficarem na sua lavanderia! Acontece que eles são excelentes para lavar tecidos e remover manchas das roupas.
Amarelo
Se você é do time que só compra o amarelo saiba que ele é um dos que mais funcionam! Essa cor de detergente é ótima para lavagem de roupas, limpeza de pisos, paredes, estofados, banheiros e quintais.
Vermelho
Esse aqui é um pouco mais forte e denso. Especialistas indicam o seu uso para retirar cheiros fortes, como peixe, alho, cebola e outros temperos que ficam impregnados nos utensílios.
Verde
Por último, temos o detergente verde ou de limão. Se você busca dar um toque perfumado aos utensílios lavados aposte neste produto. Assim como o vermelho, ele é ótimo para tirar o cheiro de superfícies.

Fonte: https://portal6.com.br/2023/12/05/cada-cor-de-detergente-tem-uma-funcionalidade-veja-para-que-serve/

Banha de porco ou óleo de soja:
Qual é mais saudável para cozinhar?


Do laboratório para a panela: a ciência que está trazendo a banha de volta às cozinhas

Um estudo científico brasileiro está virando de cabeça para baixo tudo o que pensávamos saber sobre gorduras para cozinhar. A banha de porco, antes considerada inimiga da saúde, pode ser na verdade uma opção mais saudável que o popular óleo de soja.
Durante décadas, acreditamos que substituir gorduras animais por vegetais era a escolha mais saudável. Mas novas pesquisas estão revelando que essa troca pode ter sido um dos maiores erros nutricionais do século passado. A ciência agora mostra que a banha de porco, usada por nossas avós, tem propriedades que a tornam superior ao óleo de soja em muitos aspectos.

O estudo que desmistificou a banha


Pesquisadoras da Faculdade União das Américas, no Paraná, conduziram um experimento revelador. Elas acompanharam dois grupos de voluntários – um usando exclusivamente óleo de soja e outro apenas banha de porco em suas preparações culinárias. Os resultados foram surpreendentes. O grupo que usou óleo de soja apresentou redução de 20,5% nos níveis de colesterol HDL, o chamado “colesterol bom”. Além disso, esses participantes tiveram aumento significativo no colesterol LDL (o “ruim”) e nos triglicerídeos. Já o grupo da banha manteve níveis estáveis de colesterol e ainda apresentou menor ganho de peso. Mas por que isso acontece? A resposta está na composição dessas gorduras. A banha de porco é mais estável termicamente, oxidando menos durante o cozimento. Já os óleos vegetais poliinsaturados, como o de soja, são mais propensos a formar compostos prejudiciais quando aquecidos.

A grande farsa do século XX

O médico vascular Dayan Siebra não hesita em chamar a campanha contra a banha de porco de “um dos maiores erros nutricionais do último século”. Segundo ele, a demonização da gordura animal foi impulsionada por interesses comerciais da indústria de óleos vegetais na década de 1970. Criaram um mito de que a banha entupia artérias, quando na verdade os problemas cardíacos aumentaram justamente quando as pessoas substituíram gorduras tradicionais por óleos vegetais processados. Ele ressalta que muitas culturas tradicionais que usam banha há séculos têm baixíssimos índices de doenças cardíacas.

Os benefícios surpreendentes da banha


Além de ser mais estável para cozinhar, a banha de porco traz diversos benefícios nutricionais:
1. Perfil lipídico equilibrado: Contém cerca de 40% de gordura saturada, 50% monoinsaturada (a mesma do azeite) e apenas 10% poliinsaturada. Essa composição a torna mais estável ao calor.

2. Rico em vitaminas: É fonte natural de vitaminas lipossolúveis como a D (rara em alimentos), E e K2, essenciais para saúde óssea e cardiovascular.

3. Ponto de fumaça alto: Suporta temperaturas de até 190°C sem se decompor, ideal para frituras. O óleo de soja começa a oxidar a 160°C.

4. Sabor incomparável: Chefs de cozinha afirmam que a banha proporciona textura crocante e realça sabores como nenhum óleo vegetal consegue.

Como reintroduzir a banha na sua cozinha
Se você quer experimentar os benefícios da banha, é importante escolher produtos de qualidade. Prefira banha artesanal, de produtores locais ou versões industrializadas sem aditivos. Armazene em local fresco ou na geladeira para aumentar sua durabilidade. Comece substituindo gradualmente: use banha para refogar legumes, preparar carnes ou mesmo em assados. Muitas pessoas relatam que alimentos fritos na banha ficam menos oleosos e mais crocantes.
Mas atenção: como qualquer gordura, a banha deve ser consumida com moderação.
O veredito final
A ciência moderna está redescobrindo a sabedoria tradicional: a banha de porco, usada com moderação, pode ser uma opção mais saudável que muitos óleos vegetais processados. Ela não só é mais estável para cozinhar, como também oferece nutrientes importantes que os óleos refinados não possuem. Enquanto isso, o óleo de soja – especialmente quando usado em frituras ou reaquecido várias vezes – pode promover inflamação e desequilíbrios nos níveis de colesterol. A solução? Voltar às origens, mas com o conhecimento científico que temos hoje. Como diz o ditado popular: “Tudo o que é velho pode se tornar novo novamente”. No caso da banha de porco, essa máxima nunca foi tão verdadeira – e tão comprovada pela ciência.

Fonte: https://www.nsctotal.com.br/noticias/banha-de-porco-ou-oleo-de-soja-qual-e-mais-saudavel-para-cozinhar

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