Leilões de álbuns fotográficos
Por Maurício Werneck - Werneck Produções
A fotografia social, especialmente a de casamento,
caminha a passos largos para se igualar às notáveis do mundo
todo, como a dos Estados Unidos que nos inspiraram tanto.
Associada à tecnologia digital de ponta, fotos menos
posadas, álbuns mais personalizados e com diagramação
repaginada, ela ganha glamour. E, apesar de algumas
contestações em relação à qualidade final de impressão ou ao
fato de várias cenas numa mesma página, cada vez mais o
mercado de fotos de casamentos evolui.
Porém, temos que tomar cuidado (tanto nós, profissionais,
bem como nossos clientes) com os recém-chegados que querem a
todo custo(ou talvez com pouco custo?) galgar rapidamente a
carreira e entram na guerra de preços. Para nós,
estabelecidos e reconhecidos, há um esforço muito intenso
quanto a isto: convencer nossos clientes a não entrarem no
"leilão de preços".
Por que? Treinamos-nos constantemente, estamos sempre
"antenados" nas novidades (lay-out de páginas, novos
programas de imagens, novas máquinas, novos recursos e etc.)
e isto implica, naturalmente, em custos altos e,
conseqüentemente, preços de vendas mais elevados.
Por isto, conclamo a todos nós profissionais e a todos os
clientes (futuros noivos, principalmente) para ficarem
atentos a estes "leilões". Pois, nem sempre o mais barato
significa o melhor. Aquele velho ditado ,"vale quanto pesa",
neste mercado é real. O profissional estabelecido irá
cumprir sempre, com os prazos estabelecidos em contratos,
com a qualidade prometida, com os horários dos eventos (este
item,inclusive, tem gerado muitos problemas entre colegas
nossos ,iniciantes), enfim, irá atender às expectativas de
seus clientes, plenamente.
Preço mais alto? Para os profissionais estabelecidos, aos
quais me refiro, cumprir na íntegra o que foi contratado é
questão de honra e tem um ônus alto a manutenção de suas
estruturas |
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