Almanaque umdoistres

Março 2016

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de Caixas de Entrada de grupos que compartilham e-mails entre si. O endereço umdoistres@umdoistres.com.br, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

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Os 10 helicópteros mais potentes do mundo
https://www.youtube.com/watch?v=mz_hIYVEXQc

Os 10 helicopteros mais potentes do mundo parte 2
https://www.youtube.com/watch?v=p-C-Nal08lU

O maior Porta Container do mundo entrando no Porto de Santos
https://www.youtube.com/watch?v=JQ7wgrqpg9I

O gigantesco e estranho navio Zhen Hua 14 chegando ao Porto de Santos
https://www.youtube.com/watch?v=aLYQbDk0Jp8

Parece um acidente mas é apenas um barco descarregando madeira.
https://www.youtube.com/watch?v=5oCWD9zxr0s

Navio Super Rápidos agora com turbinas BOEING!
https://www.youtube.com/watch?v=Ai5CcCMqQTg

Maior hovercraft militar do mundo ( Russo Classe Zubr Projeto 12322 defesa Russia )
https://www.youtube.com/watch?v=ZcHRL9ECf7I

Cemitério de navios no Haiti
https://www.youtube.com/watch?v=fMs9E2OHWjc

Sexo nas cortes e pensões nebulosas para amantes e filhos: FHC, Lula, Collor, Renan... (1/3)

LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista, professor e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Estou no professorLFG.com.br e no twitter: @professorlfg - http://luizflaviogomes.com/

OSe já é difícil ter ciência das estrepolias que os donos do poder fazem em pé ou sentados, imaginem saber o que eles fazem deitados, debaixo dos lençóis[1], usando (indevidamente, claro) o dinheiro público (a soma de todos esses desvios cleptocratas, seguramente, gera danos sociais incomensuráveis).

Quando o gozo é deles (dos donos do poder) e a conta (sobretudo das pensões nebulosas) vai para nossos bolsos (de forma direta ou indireta), o assunto privado passa a ser de interesse público. Desnuda-se o manto da privacidade. Daí a série de artigos que segue (envolvendo FHC, Renan, Lula, Collor etc.).

FHC, depois das confissões de sua ex-amante Mirian Dutra[2] (nos anos 80/90), perguntou: “Por que discutir como se fosse pública uma questão privada”?

A questão deixa de ser privada quando há provas ou fundadas suspeitas de envolvimento do dinheiro público (no seu caso, uma concessionária das lojas duty freee dos aeroportos brasileiros, que fez um contrato fictício de emprego com a ex-amante de FHC, para complementar seus rendimentos).

Todo gozo alheio (gozo dos donos do poder) que tangencia os bolsos dos contribuintes passa a ser um gozo nacional, submetido à necessária transparência que a vida republicana exige (pouco importando o partido ou a ideologia do dono do poder – o povo tem direito de saber tudo sobre corrupção, independentemente da coloração partidária ou ideológica do corrupto).

Capítulo I – Renan Calheiros e Mendes Júnior

Renan Calheiros é um emblemático político do jeito antigo que deveria ser abolido do Brasil, que se tornou o paraíso da cleptocracia não por acaso: aqui o Estado é dominado e governado por agentes públicos e privados que fazem da corrupção endêmica e das pilhagens sistêmicas uma das fontes de acumulação indevida e impune de riqueza.

O medonho escândalo de 2007 do senador com a Mendes Júnior – que o levou a renunciar à presidência do Senado para salvar seu mandato – não teve resposta judicial até hoje. Seu processo foi tirado da pauta do STF (em fev/16). A presunção de impunidade dos barões ladrões, no seu caso, continua com todo vigor.

“Nas favelas, no senado

Sujeira pra todo lado.

Ninguém respeita a constituição.

Mas todos acreditam no futuro da nação.

Que país é esse?” (Legião Urbana, composição de Renato Russo, 1987).

O senador Renan teve uma filha extraconjugal com a jornalista Mônica Veloso. Até aqui, o lado privado da questão. A empreiteira Mendes Júnior, por interpostas pessoas, pagava à jornalista, em dinheiro corrente, o valor de uma pensão mensal da filha. Isso era feito em virtude das emendas que o senador fazia aprovar em benefício da empreiteira. O gozo do senador virou assunto público.

Em um país que é o paraíso da cleptocracia a regra é clara: faça filhos e mande a conta para todos. Tudo se tolera, até mesmo o pagamento de pensão de filho alheio com o dinheiro público. Mas isso não constitui motivo suficiente para sensibilizar o STF, a ponto de receber a denúncia contra o senador, excluindo-o da vida pública.

O ex-Procurador-Geral da República (Roberto Gurgel) só ofereceu denúncia contra Renan em 2013 (seis anos depois dos fatos), precisamente quando o senador foi reeleito para a presidência do Senado (como se ficha limpa fosse). Que país é esse?

A denúncia está no STF há mais de 1.100 dias. Imputam-se os crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Mais do que corrupção endêmica (pública e notória), um país somente se transforma em paraíso da cleptocracia quando todas as instituições (políticas, econômicas, jurídicas e sociais) fracassam em suas funções (destacando-se aí as instituições jurídicas assim parte da sociedade civil, tolerante com a desfaçatez dos agentes públicos).

Sexo, poder e dinheiro

Sexo, poder e dinheiro, como objetos (inconscientes ou conscientes) do desejo, marcam o affaire Renan Calheiros-Mônica Veloso. O objeto do desejo, psicanaliticamente, é revelado pelo exibicionismo ou pelo voyeurismo. O par complementar do exibicionismo é o voyeurismo. Mônica pousou nua. Com ou sem publicidade, o nu gera enorme excitação.

O psicanalista Renato Mezan, na época dos fatos, explicou: “ao nos entregarmos ao deleite de a olhar, colocamo-nos na mesma posição daqueles com quem ela teve relações. Ora, Mônica Veloso certamente teve outros namorados, mas é com o senador Calheiros que se identifica quem compra a “Playboy” ou acessa o site da revista” (Folha de S. Paulo de 14.10.07, Mais, p. 4).

Todos gostaríamos, diz o psicanalista, “de poder exibir impunemente aquela postura arrogante do senador alagoano, de poder pisotear impunemente as regras do convívio civilizado e de impor nossa vontade aos outros com truculência. Ao comer com os olhos a mulher que foi dele, usufruímos por um instante dos prazeres que ele desfrutou” (Renato Mezan). O articulista conclui: “no nosso inconsciente não nos basta ser amigos do rei: somos o próprio rei, o herói, o caubói”. Muitas vezes, o herói sem caráter macunaímico.

Mas o brasileiro concorda que alguém eleito para cargo público possa usá-lo como se fosse propriedade particular, em benefício próprio [inclusive da própria libido]? 10% estão de acordo com isso (Alberto Carlos Almeida, A cabeça do brasileiro, São Paulo: Record, 2007, p. 20 e 30). Outro enorme percentual tolera isso (do contrário o senador não teria ficado impune até hoje).

Por meio da corrupção, é frequente a trilogia sexo, poder e dinheiro protagonizar engendrados triângulos amorosos: o dono do poder (no caso, um senador) satisfez seu objeto do desejo (sexo), a empreiteira Mendes Júnior também alcançou o seu (dinheiro conquistado por emendas parlamentares) e a jornalista queria um espaço no mundo das celebridades, como escreveu Eliane Robert Morais, na Folha de S. Paulo de 14.10.07, Mais, p. 5).

Os que podem (os donos do poder) conquistam seus objetos de desejo fraudulentamente (corrupção, fraude em licitações, superfaturamentos, dinheiro em paraísos fiscais, lavagem de dinheiro etc.). Os que não podem (os que não são os donos do poder), o fazem violentamente. Os consumidores platônicos, sem meios para consumir licitamente, se obrigam a algum tipo de ilegalidade (quando querem se apoderar de algum objeto de desejo).

Os que podem e mandam (os donos do poder) contam com a prerrogativa de abusar e transgredir (impunemente) as regras da civilização e da moralidade. As contas dos seus objetos de desejo, muitas vezes, são pagas pela população. A ilegalidade dos donos do poder (Foucault) acontece normalmente por meio da fraude. Os despossuídos, que são os chamados “sujeitos monetários sem dinheiro” (sujeitos que vivem sem salário, emprego etc., consoante Roberto Schwarz), alcançam a mesma ilegalidade mais comumente por outro caminho: pela violência.

Cada um usa a linguagem, os recursos e meios que conhece. A isso Roberto Schwartz deu o nome de “desigualdade social degradada”: os donos do poder cleptocratas assim como seus súditos criminosos se merecem mutuamente; nem existe a pureza popular, nem a elite nunca abandonou suas roubalheiras, que constituem uma das formas de se menosprezar os miseráveis. Não existe, portanto, nem a decantada pureza proletária nem tampouco a benevolência inculpável na opulência.

De um lado, “trabalhadores desmoralizados pelo desemprego e rendidos ao imaginário burguês; de outro, uma burguesia ressentida e lamentável, invejosa de suas congêneres do Primeiro Mundo e queixosa de não morar lá, além de amargurada com a insegurança local, que azedou os seus privilégios” (Roberto Schwarz, Folha de S. Paulo de 11.08.07, p. E9). Aliás, também a operação Lava Jato está amargurando os barões ladrões ressentidos.

A que conclusão se chega? A luta de classes no Brasil foi substituída pela “desigualdade social degradada”. Ninguém mais está satisfeito. E o pior: não há “nenhuma perspectiva de progresso, que torne o país decente”, sem corrupção, delinquência econômica e violência.

A presunção de im (p) unidade penal está previamente garantida aos que podem (veja o triângulo amoroso formado pelo senador, pela jornalista e pela empreiteira, até hoje sem nenhuma resposta do Judiciário). Para os destituídos de poder a presunção é outra: de culpabilidade.

O Brasil é um país hierarquizado (DaMatta). Com isso, a posição e a origem social são fundamentais para se definir o que se pode e o que não se pode fazer; para saber se a pessoa está acima da lei ou se teria que cumpri-la (Alberto Carlos Almeida, A cabeça do brasileiro, São Paulo: Record, 2007, p. 16). Quem institui a ordem social, institui também a ordem jurídica e os castigos. Quem tem o poder de castigar tem também o poder de não castigar.

Como se vê, levando-se em conta a trilogia sexo, poder e dinheiro, dentro dos dois Brasis estão distribuídos dois tipos distintos de cidadãos: os que p (h) odem tudo impunemente e os que não p (h) odem impunemente.

CAROS internautas: sou do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) e recrimino todos os políticos comprovadamente desonestos assim como sou radicalmente contra a corrupção cleptocrata de todos os agentes públicos (mancomunados com agentes privados) que já governaram ou que governam o País, roubando o dinheiro público. Todos os partidos e agentes inequivocamente envolvidos com a corrupção (PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, DEM, Solidariedade, PSB etc.), além de ladrões, foram ou são fisiológicos (toma lá dá ca) e ultraconservadores não do bem da nação, sim, dos interesses das oligarquias bem posicionadas dentro da sociedade e do Estado. Mais: fraudam a confiança dos tolos que cegamente confiam em corruptos e ainda imoralmente os defende.

[1] Ver GASPARI, Elio – http://oglobo.globo.com/opiniao/os-lencois-de-brasilia-18734983, consultado em 24/02/16.

[2] Ver BERGAMO, Mônica – http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/02/1740563-fhc-usou-empresa-para-me-bancar-no-exterior-afirma-ex-namorada.shtml, consultado em 25/02/16.

Conheça os aviões mais rápidos de todos os tempos

De protótipos a aeronaves militares operacionais, projetos já voaram a mais de 7.000 km/h

Avião mais rápido de todos os tempos, o protótipo North American X-15, atingiu incríveis 7.273 km/h em 1967. O avião foi um pedido conjunto da Força Aérea dos EUA e da NASA, que pesquisavam novas formas de alcançar velocidades até então impensáveis. Para voar, o X-15 tinha de ser lançado de um bombardeiro B-52 para só então ligar seus motores. Terminado o voo, o piloto pousava o protótipo como uma aeronave convencional.

O Lookheed SR-71 foi concebido para realizar voos de espionagem a 3.540 km/h sobre a União Soviética no auge da Guerra Fria para complementar o trabalho do U-2. Estreou na Força Aérea dos EUA em 1964 e depois foi passado a NASA, que o utilizou até 1999 em testes de alta velocidade em grandes altitudes.

O Lookheed YF-12 foi um projeto de super-interceptador para a Força Aérea dos EUA que podia voar a 3.661 km/h. O projeto foi cancelado após complicações e previsões de altíssimos custos de operação, mas seu desenvolvimento foi aproveitado na criação do avião espião SR-71.

Uma das aeronaves mais temidas da antiga URSS, o Mig-25 voou pela primeira vez em 1964 e surpreendeu o mundo ao atingir 3.400 km/h e até hoje é o avião em operação mais rápido do mundo. Segue ativo nas forças aéreas da Argélia, Azerbaidjão e Síria.

Evolução do X1, primeiro avião que superou a velocidade do som em 1947, o Bell X2 foi um protótipo para testar a reação de fuselagens a velocidades acima de mach 3. Em 1955 o avião experimental atingiu 3.370 km/h. Os ensinamentos colhidos nesse projeto foram aplicados em diversos aviões fabricados nos EUA.

O monumental North American XB-70 Valkyrie foi um protótipo de bombardeiro que voou em 1964 e chegou a velocidade máxima de 3.300 km/h. Após problemas no programa, cujo orçamento não parava de subir e um grave acidente, o projeto foi cancelado. Até hoje os EUA tentam desenvolver uma aeronave desse porte e velocidade.

Evolução do MIG-25, o MIG-31 mantém os créditos da família. Pode atingir até 3.030 km/h e possui um dos sistemas de radar mais potentes já aplicado em um avião de caça, capaz de rastrear outros aviões a mais de 400 km de distância. Estreou em 1975 e hoje serve às forças aéreas de Rússia e Cazaquistão.

Além do Concorde, outro avião supersônico de passageiros foi o Tupolev Tu-144, desenvolvido na antiga União Soviética. A aeronave voou por pouquíssimo tempo, entre 1975 e 1979, e logo foi retirada de serviço por questões de segurança. O aparelho nunca apresentou condições plenas de operação e diversos problemas surgiram enquanto esteve ativo. O modelo podia transportar 167 passageiros e atingir a velocidade máxima de 2.878 km/h.

O McDonnell Douglas F-15 “Eagle” voou pela primeira vez em 1972 e pode atingir 2.665 km/h. Já foi considerado o melhor caça do mundo até a chegada do Su-27, de fabricação russa. O aparelho é o principal caça das forças aéreas dos EUA, Japão, Israel, Coreia do Sul, Singapura e Arábia Saudita.

O General Dynamic F-111 “Aardvark” foi um dos bombardeiros a jato mais utilizados da história e conhecido pela precisão de seus ataques em alta velocidade. Estreou em 1964 e atingia 2.655 km/h. Os EUA usaram esse avião em praticamente todos os conflitos em que se envolveu na década de 1970 até 1990. Além dos EUA, também serviu na Austrália, onde foi retirado de serviço em 2010.



Viver no fim da linha

Em Kalach não há telefone nem rede móvel. A eletricidade só está disponível algumas horas durante a noite. Nesta e noutras aldeias e vilas da região russa de Sverdlovsk a linha do comboio, que durante anos foi determinante para a economia local, continua a ser a mais importante ligação ao "exterior". Mesmo que os 150 quilômetros desta linha de caminhos de ferro demorem aproximadamente 8 horas a ser percorridos. Há 30 anos atrás viviam em Kalach mais de 600 pessoas. Hoje são uma dúzia. A indústria florestal sofreu com a implosão da União Soviética e as populações mudaram-se em busca de emprego nas indústrias de siderurgia em Ecaterimburgo. Atualmente 90% da população desta região russa vive nas áreas urbanas. Os cuidados de saúde são um dos principais desafios e, entre a população, há quem lembre a história de uma grávida cujo parto teve de acontecer no interior de uma das carruagens.

Um homem com a alcunha de Barcelona, Alexey Bolotov and Alexey Jakushin bebem vodca enquanto se dirigem para a aldeia de KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Sergei costuma tocar acordeão para Vassa, a sua mãe, que está parcialmente surda. Ambos vivem em KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Na aldeia de Kalach vivem cerca de 12 pessoasMaxim Zmeyev/Reuters

A aldeia de KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Uma casa abandonada na aldeia de KalachMaxim Zmeyev/Reuters

 Elena, Olga, Galina e Tatiana juntam-se na Casa de Cultura, em SankinMaxim Zmeyev/Reuters

O maquinista Alexander Kuznetsov guia o comboio pela aldeia de Strokinka, onde vivem apenas 20 pessoasMaxim Zmeyev/Reuters

O pai e o avô de Kuznetsov também trabalharam nos caminhos de ferroMaxim Zmeyev/Reuters

O correio também chega através de comboio às aldeias desta região russaMaxim Zmeyev/Reuters

O correio também chega através de comboio às aldeias desta região russaMaxim Zmeyev/Reuters

Uma viagem das crianças para a escola pode demorar mais de 40 minutosMaxim Zmeyev/Reuters

Sergei é um dos habitantes de Alapayevsk, na região russa de SverdlovskMaxim Zmeyev/Reuters

Os locais esperam pelo comboio que os vai levar de Sankin até AlapayevskMaxim Zmeyev/Reuters

As locomotivas TU7 e TU4 que ligam estas aldeiasMaxim Zmeyev/Reuters

Locomotivas a noite Maxim Zmeyev/Reuters

Noite muito fria Maxim Zmeyev/Reuters

Trabalho na ferroviaMaxim Zmeyev/Reuters

 A Babushka Shura (Avó Shura) mostra alguns dos seus espantalhos na sua casa em SankinMaxim Zmeyev/Reuters

Muitos dos que vivem na região não têm dinheiro para comprar um carro e estão dependentes dos comboios. Os bilhetes custam entre 10 e 50 cêntimosMaxim Zmeyev/Reuters

Oficina de locomotivaMaxim Zmeyev/Reuters

A Babushka Shura (Avó Shura) carrega baldes com água para sua casa, em SankinMaxim Zmeyev/Reuters

 Cena do cotidianoMaxim Zmeyev/Reuters

Em frente do edifício da administração local em Sankin os pneus foram pintados com as cores da bandeira russaMaxim Zmeyev/Reuters

 Ferrovia Maxim Zmeyev/Reuters

Sepulturas no cemitério de SankinMaxim Zmeyev/Reuters

Nina Vysotina, agora com 60 anos, trabalhou durante 42 anos para os caminhos de ferroMaxim Zmeyev/Reuters

 A família Jakushin - o filho Egor, o pai Alexey e a mãe Lena - na sua casa na aldeia de SankinMaxim Zmeyev/Reuters

Ponte da ferroviaMaxim Zmeyev/Reuters

 LocomotivaMaxim Zmeyev/Reuters

Lareira dentro do vagão de passageirosMaxim Zmeyev/Reuters

Com acesso limitado a eletricidade, as caldeiras a lenha mantêm as casas aquecidasMaxim Zmeyev/Reuters

Alexey, uma das pessoas que ainda vivem em Sankin, alimenta a caldeiraMaxim Zmeyev/Reuters

Alexander, um dos habitantes de Sankin, retira as cinzas do forno em sua casa Maxim Zmeyev/Reuters

Alexander fertiliza o solo com as cinzas. A agricultura de subsistência está, muitas vezes, na base da sobrevivência destes habitantesMaxim Zmeyev/Reuters

Uma casa abandonada na aldeia de KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Lyudmila junto ao local onde guarda as suas cabras, na aldeia de KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Vassa tem 86 anos e vive com o filho Sergei em KalachMaxim Zmeyev/Reuters

Victor Patsawev exibe sua arma de caçaMaxim Zmeyev/Reuters