Almanaque umdoistres

Janeiro 2016

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Videos que tinha tudo para dar errado  A
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Videos que tinha tudo para dar errado  B
https://www.youtube.com/watch?v=hdCrXLsJD-k

Videos que tinha tudo para dar errado  C
https://www.youtube.com/watch?v=b3E5uUnzHtw

Videos que tinha tudo para dar errado  D
https://www.youtube.com/watch?v=MnUQ9lQPgbY

Videos que tinha tudo para dar errado  E
https://www.youtube.com/watch?v=1049la4ZZwo

Mortes no trânsito caem; homicídios intencionais sobem

LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista, professor e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Estou no professorLFG.com.br e no twitter: @professorlfg - http://luizflaviogomes.com/

ODe acordo com os dados divulgados pelo Datasus (em 12/5/15), o Sistema de Informação do Ministério da Saúde, a violência continua insuportável e assustadora. Em 2013, foram registradas 56.804 mortes por homicídio no Brasil: 28,2 mortes para cada 100 mil habitantes, para uma população estimada pelo IBGE em 201.062.789 pessoas. O número de mortes violentas teve leve aumento; em 2012, foram 56.337 óbitos, o que significa um aumento de 0,8%; se calcularmos proporcionalmente, tivemos uma queda de 2,7% nos grupos de 100 mil habitantes, já que em 2012 chegamos a 29 mortes.

Apesar da queda nos números proporcionais, nada temos a comemorar, já que o país continua batendo recordes de mortes (somos o 12º país mais violento do planeta e, das 50 cidades com mais homicídios, 19 estão aqui). O Nordeste foi, mais uma vez, a região com o maior número de mortes violentas, registrando 39,4 para cada 100 mil habitantes; vem seguido pelo Centro-Oeste (37,2 mortes por 100 mil), pela região Norte (35,8 mortes por 100 mil), pelo Sul (20,8 mortes por 100 mil) e pelo Sudeste (20,2 mortes por 100 mil). Como se vê, temos o dobro ou triplo ou (quase) o quádruplo da taxa de 10 mortos para cada 100 mil pessoas (que é admitida pela ONU como violência epidêmica). O Nordeste foi ainda região responsável pela maior alta: 5% entre 2012 e 2013. Sul e Sudeste contaram com leve queda.

As mortes no trânsito também obtiveram suave queda, mas continuam sendo uma das maiores taxas do mundo. Em 2013, foram registrados 42. 266 óbitos decorrentes do trânsito terrestre, uma taxa de 21 para cada 100 mil habitantes. A queda, em 2013, foi de 5,6% nas mortes absolutas e 9% nas mortes por grupo de 100 mil habitantes, se comparadas com 2012. Também houve queda se calculada a taxa comparada com a frota de veículos, que chegou a menos 12% entre 2012 e 2013, passando de 588 por 1 milhão de veículos em 2012 para 517 dentro do mesmo grupo em 2013. O aumento da frota entre 2012 e 2013 foi de 7%.

As leves baixas nos escabrosos números citados não retiram do Brasil o título de país muito violento (100 mil mortes por ano, somando tudo). Os portugueses aqui chegaram exterminando índios e escravos negros. A alma do brasileiro está impregnada dessa inclinação exterminadora até hoje. O Homo Sapiens, em pouco mais de 40 mil anos, exterminou todos os demais humanos existentes na Terra. Essa violência foi se passando de geração em geração e ainda não se arrefeceu no maior país latino-americano. Continuidade da História, que somente se retraiu onde todo mundo foi mandado para escolas de qualidade, em período integral (ensinando-se o fim das desigualdades extremadas assim como o reconhecimento dos direitos de todos os humanos, a violência se acalma).

Colaborou Flávia Mestriner Botelho, socióloga e pesquisadora do Instituto Avante Brasil.

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10 fatos que você provavelmente não sabia sobre Benjamin Franklin

Benjamin Franklin não estampa seu rosto na nota de US$ 100, a mais popular dos Estados Unidos, à toa. Você provavelmente o conhece por ter aprendido na escola sobre alguns de seus feitos. Ou então você acompanha o Mega Curioso, e já viu que ele teve experiências inusitadas com a eletricidade, também se envolveu em bizarrices sexuais, e até soube que aquele pequeno adaptador de tomada em T recebe o apelido de benjamim em uma provável homenagem ao cientista.

Pois bem, tirando alguns detalhes, Franklin é um dos seres humanos mais incríveis que já existiram no mundo. Além de cientista e inventor, ele foi escritor, jornalista, diplomata, funcionário público, filantropo, abolicionista, entre outras qualificações. Ele também foi um dos delegados que participou da fundação da Constituição dos EUA. Sua genialidade é inquestionável. No entanto, Ben Franklin também tem outros fatos curiosos atribuídos à sua vida que pouca gente conhece, alguns incríveis e outros um pouco bizarros.

Sendo assim, apresentamos a lista de 10 fatos que você provavelmente não sabia sobre Benjamin Franklin, baseado na publicação do site Fact Slides. Confira a seguir:

1. Um lema para o Grande Selo dos Estados Unidos

Ben Franklin deu uma sugestão para ser o lema do Grande Selo dos EUA. A frase seria “Rebellion to tyrants is obedience to God” (Rebelião aos tiranos é obedecer a Deus). O Grande Selo dos Estados Unidos é o emblema que representa a nação, aprovado pelo Congresso em 1782.

2. Escapou da morte em um incêndio

O inventor estava em um concerto em uma ópera em 1781. A casa pegou fogo e, por pouco, ele escapou de morrer queimado.

3. O filho ilegítimo que permaneceu leal à coroa britânica

William Franklin
Apesar das posições políticas do pai, que se tornou um dos fundadores da Constituição, William Franklin se manteve leal à coroa britânica. Depois da Guerra da Independência, ele se mudou para Londres, onde morou até o fim de sua vida.

4. Escreveu um livro sobre puns (!?)

Sim, esse ser humano fantástico que foi Benjamin Franklin escreveu a obra “Fart Proudly”, que em português, de maneira informal, podemos ler “peide com orgulho”. O livro trata de um ensaio científico sobre flatulências.

"Peide com orgulho: escrituras de Benjamin Franklin que você nunca leu na escola"

5. Pesquisa sobre o aumento da população americana

O rápido crescimento no número de habitantes dos Estados Unidos foi tema de um artigo publicado por Benjamin Franklin. No trabalho, o autor constatou que a população americana iria ultrapassar a britânica em apenas 100 anos e isso deixou as lideranças inglesas alarmadas. Esse fator acabou se tornando importante na opressão às colônias.

6. Abolição da escravatura

A escravidão nos Estados Unidos foi abolida oficialmente apenas nos anos 1860, mas Benjamin Franklin se demonstrou a favor do fim da escravatura já em 1790. Pouco antes de morrer, no mesmo ano, o inventor manifestou publicamente a sua posição abolicionista organizando uma petição que solicitava o fim da escravização e do comércio de pessoas ao Congresso. Infelizmente, os congressistas que eram a favor da prática conseguiram colocar a medida em debate e a petição não foi aprovada.

Parte da petição de abolição da escravatura original encaminhada por Ben Franklin ao Congresso

7. Os banhos de ar

Ben Franklin era um defensor dos "banhos de ar”, que nada mais é que ficar pelado em determinado período de tempo. Mais do que isso, ele deixava todas as janelas da casa abertas para que o ar fresco entrasse no recinto.

Sua crença era de que essa prática não o faria mal e iria torna-lo mais resistente, além de evitar contato com bactérias de ambientes fechados durante muito tempo. A nudez não possui explicação científica, mas quanto às bactérias, ele estava certo.

Em outras palavras, isso pode ser considerado um precursor do hábito de abrir as janelas para circular o ar que nós possuímos atualmente. Ele tinha o costume de tomar banhos de ar de até uma hora de duração, tempo que ele aproveitava para ler ou para escrever algo em casa.

8. Os óculos bifocais

Uma importante contribuição de Ben Franklin para a humanidade foram os óculos bifocais. Ele inventou esse acessório em 1784.

9. A harmônica de vidro

Outra invenção de Ben foi a não tão conhecida harmônica de vidro. O instrumento se popularizou bastante na Europa ao ponto dos famosos compositores Mozart e Beethoven criarem músicas para ele. Com o aparelho feito de discos de vidro, Franklin conseguia obter tons de sinos ao tocar as peças com os dedos molhados. Assista o vídeo abaixo para ver como funciona o instrumento feito pelo inventor.

10. O mapa da corrente do Golfo

Foi Benjamin Franklin a primeira pessoa a mapear a forte corrente marítima do Golfo. Ele fez isso durante as oito viagens que realizou cruzando o oceano Atlântico. Esse feito foi motivado por sua curiosidade em entender porque a viagem de ida para a Europa era mais rápida do que o trajeto de retorno.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/personalidades/89299-10-fatos-que-voce-provavelmente-nao-sabia-sobre-benjamin-franklin.htm

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