Almanaque umdoistres

 Fevereiro 2015

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de Caixas de Entrada de grupos que compartilham e-mails entre si. O endereço umdoistres@umdoistres.com.br, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

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Meio imbecil...
http://www.frizou.org/videos/139.html


Confira o "Menino Elástico" da cidade de Assis. Muito divertido!
http://www.youtube.com/watch?v=8dtLFm2gmr4

Loucura total! Carro se atira no lago do antigo Country Clube de Assis.
http://www.youtube.com/watch?v=z9V6Xov2s_I

"Homem Sapo" da cidade de Candido Mota.
http://www.youtube.com/watch?v=83n4Q_pohuo

Fim da reeleição e fim do político profissional e a  PEC 50/2015
LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Estou no professorLFG.com.br e no twitter: @professorlfg

As duas ideias centrais do nosso movimento (fim da reeleição no executivo e fim do político profissional no legislativo - veja fimdopoliticoprofissional.com.br) acabam de receber o apoio de vários senadores. São auspiciosas, embora demandem ajustes e discussões, as novas PECs nesse sentido. Lídice da Mata (PB-BA), com o apoio de outros 27 senadores, está propondo (PEC 32/2015) o fim da reeleição para todos os cargos executivos (presidente da República, governadores de estado e do Distrito Federal e prefeitos). Já a PEC 50/2015, assinada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e outros 27 parlamentares, tem o propósito de acabar com o político profissional no âmbito do Poder Legislativo. Sua proposta restringe o número de reeleições dos parlamentares. O objetivo muito salutar, segundo a senadora, é evitar a profissionalização na política: "A atividade política se tornou uma carreira, em que muitos dos que nela ingressam não mais retornam para as suas atividades profissionais de origem", argumenta.

O Brasil necessita de muitas reformas (política, tributária, judicial etc.). Sem elas jamais elevaremos o status da nossa democracia meramente eleitoral para o patamar de uma democracia cidadã, que respeita seriamente os direitos políticos, civis e sociais. Já não basta apenas evitar o retrocesso aos regimes autoritários de exceção, que nos privaram (particularmente no âmbito da América Latina) das liberdades mais elementares para a consciência cidadã e democrática. O decisivo agora é o progresso: da democracia eleitoral (relativamente consolidada) temos que avançar para a democracia cidadã. Esse é um triunfo jamais conquistado em toda nossa história, marcada por uma férrea estrutura de poder que privilegia uma elite, deixando a maioria na insegurança, no desespero, na pobreza ou na miséria. Se em 1985 o horizonte utópico era a redemocratização, trinta anos depois tudo mudou. Os novos desafios passam pelo doloroso processo de efetivação real e até mesmo de ampliação dos direitos políticos, civis e sociais previstos na Constituição brasileira de 1988. Os fantasmas de outrora, apesar de algumas manifestações recentes, nitidamente minoritárias, radicais e reacionárias, praticamente desapareceram. A tarefa doravante é a de dar sustentabilidade para nossa organização política, começando pelo relevante questionamento a respeito da vinculação entre dinheiro, poder econômico, poder político e democracia.

O dinheiro (privado ou público) pode desvirtuar a vontade dos votantes e, desde logo, torna a competição eleitoral claramente desigual. Quem recebe altas somas de dinheiro ou quem já ocupa cargo público é enormemente favorecido no processo eleitoral (o que impede o nascimento de novas lideranças assim como a renovação das ideias e das ideologias). Os recursos públicos são utilizados para incrementar o clientelismo, promover acordos, otimizar a propaganda oficial, gerar inaugurações das obras públicas (inacabadas) ou o uso intensificado dos meios de comunicação, sem contar a colocação de toda máquina pública a serviço de um partido político (nisso consiste o aparelhamento do Estado). O edifício democrático pode ter seus pilares corroídos quando o eleito é concebido sob o império de um processo eleitoral desenganadamente viciado. Pior ainda quando essa mácula reside precisamente na corrupção, visto que, nesse caso, o que emerge é a criminalidade organizada (e, consequentemente, a cleptocracia: Estado cogovernado por ladrões). A esse vício de origem normalmente se agregam outros, como são o vício de exercício (dominado pelo dinheiro) e o vício de finalidade (não promoção dos direitos políticos, civis e sociais). Todos em conjunto afastam o governo eleito dos seus compromissos eleitorais (o que gera desconfiança na cidadania).

A PEC 50/2015 prevê para os senadores uma só reeleição e para os deputados e vereadores duas reeleições. Nesse ponto discordamos da proposta. Se queremos realmente o fim ao político profissional no âmbito legislativo, não se pode permitir a reeleição do senador (que já conta com mandato de 8 anos) nem tampouco mais que uma reeleição dos deputados e vereadores. Encerrado esse período (de 8 anos), impõe-se que o político retorne às suas atividades privadas, pelo menos por igual período, pois do contrário tornar-se-á um irreciclável para o mercado de trabalho ou para o exercício da sua profissão de origem. Quanto aos escassos políticos realmente relevantes para a República, nada impede que continuem sendo políticos orgânicos (dentro dos seus partidos), até que possam voltar a ser políticos institucionais (eleitos).

É preciso romper o vínculo nefasto entre o político e a dinheirama que circula (abundantemente) em torno da res pública, sob pena de se tornar irreversível sua adesão à corrupta-existência, o que significa (a partir daí) uma vida e uma carreira enlameada pela mais desbragada corrupção, sempre à espera de uma morosa e incerta decisão judicial definitiva que interrompa a trambicagem e a bandalheira que enodoam seu nome e sua reputação para toda eternidade.

Um interessante acervo de imagens de viaturas antigas
que marcaram época nas policias civil, militar e rodoviária.

 

 

 

 

Veja 25 fotos históricas que ficaram ainda mais bonitas coloridas

Antigamente, mesmo quando as câmeras fotográficas não capturavam cores, as imagens transmitiam vivacidade ao retratar pessoas e fatos históricos. Há quem diga que as imagens em preto e branco conseguem passar requinte e classe muito superiores às em cores, pois demonstraram melhor o contraste existente entre sombra e luz. Todavia, é inegável que as fotografias coloridas permitem que os retratos se tornem mais reais e modernos. Pensando nisso, o pessoal do Colorized History resolveu pegar várias figuras e fatos históricos para dar uma repaginada digital. Utilizando diversas ferramentas para tratamento de imagens, eles conseguiram colorir ícones históricos, tais como Abraham Lincoln, Che Guevara, Marilyn Monroe, Albert Einstein, a família Kennedy, Adolf Hitler, Elizabeth Taylor, Sharon Tate, Audrey Hepburn etc. Além disso, eles também disponibilizaram algumas fotos colorizadas de locais e fatos que marcaram época, como o protesto contra a integração de estudantes afro-americanos, em Little Rock, a Broadway de 1915, a Madison Square Garden de 1900 e a vista do Capitólio, em Nashville (Tennessee), durante a Guerra Civil dos Estados Unidos.

Abaixo, confira 25 imagens incríveis que vão levar você em uma viagem no tempo:

Albert Einstein. Verão de 1939, Nassau Point, Long Island, Nova York

Jovem fumando cigarro de palha em Baltimore, 1933.

Elizabeth Taylor em 1956

Desastre de Hindenburg, em 6 de maio de 1937

Marceneiro desempregado, 1939

Vista do Capitólio em Nashiville, Tennessee, durante a Guerra Civil dos Estados Unidos

W.H. Murphy e o sócio demonstram o uso do colete à prova de balas, em 13 outubro de 1923

Audrey Hepburn, de Bonequinha de Luxo

Walt Whitman, 1887

Mark Twain, 1900

Charlie Chaplin aos 27 anos, em 1916

Família Kennedy

Che Guevara

Sharon Tate (atriz que foi assassinada pela família Manson)

Madison Square Garden, em 1900

Broadway em Saratoga Springs, 1915

Protesto contra a integração de estudantes afro-americanos em Little Rock, 1958

Sophia Loren e Jayne Mansfield

Adolf Hitler e Paul Joseph Goebbels

Treinamento feminino durante a Segunda Guerra Mundial

 Marilyn Monroe

Louis Armstrong

Judeu no campo de concentração nazista

Abraham Lincoln

 Frederick Fleet