Almanaque umdoistres

Agosto 2021

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Confira os mais mais do mundo todo. Muito interessante e muita informação.
 

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Olhem que legal...

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Carros do povo: conheça 5 ‘populares’ que vieram antes do Fusca

Antes do primogênito da Volkswagen, outros modelos já
haviam sido desenvolvidos com o objetivo de motorizar as massas

Fusca é o mais famoso dos "carros do povo", mas não é o primeiro

Fuscas são sinônimos de carros do povo, certo? E não é para menos: afinal, esse é o significado do nome da marca Volkswagen, que nasceu junto com o modelo. O objetivo do projeto, desenvolvido por Ferdinand Porsche e financiado pelo regime nazista, era motorizar a Alemanha.
O Fusca acabou sim se tornando praticamente um sinônimo de carro popular, mas só depois da Segunda Guerra Mundial, com a Alemanha já livre do fascismo. E foi além: acabou motorizando não só o país de origem, mas diversos outros. Tornou-se ícone da indústria automobilística e até da cultura pop.

5 Carros do povo anteriores ao Fusca

Porém, engana-se quem pensa que ele foi o primeiro veículo com esse tipo de proposta. Antes do Fusca, outros já haviam surgido com o objetivo de motorizar as massas. E o listão de hoje é sobre eles: conheça 5 carros do povo anteriores ao Volkswagen!

1. Oldsmobile Model R


Oldsmobile criou carro acessível quando a indústria automobilística ainda engatinhava

Automóveis já circulavam pelas ruas desde o fim do Século XIX. Mas em pouquíssima quantidade: afinal, só pessoas muito abastadas tinham condições para comprá-los. O primeiro fabricante a apostar em um produto mais acessível foi a estadunidense Oldsmobile, que lançou, em 1901, o Model R, mais conhecido por “Curved Dash”, em alusão à dianteira abaulada. Para entender o impacto que ele causou no mercado, é preciso ter atenção ao contexto da época. A indústria automobilística ainda engatinhava e não havia um método de manufatura consolidado. Em 1900, toda a produção de carros dos Estados Unidos era de apenas 4.200 unidades. Para conseguir entregar um automóvel mais acessível, Ransom Eli Olds, fundador da Oldsmobile, criou o embrião da produção em série: as carrocerias eram montadas em pontos fixos dentro da fábrica, por operários especializados em funções únicas. Em 1903, a produção só do Model R superou a marca de 4.000 unidades. Ao todo, 19 mil exemplares do modelo saíram das linhas de montagem entre 1901 e 1907, então um recorde absoluto. A Oldsmobile cresceu vertiginosamente durante esse período: tanto que despertou a atenção da General Motors, que a comprou em 1908. A marca permaneceu ativa até 2004, quando acabou sendo extinta.

2. Ford Model T


Ford Model T revolucionou a indústria automobilística


É o primeiro automóvel realmente produzido em massa


Produção do Model T superou 15 milhões de unidades

A Oldsmobile pode até ter sido a primeira a criar carros para o povo, mas foi a Ford que realmente conseguiu motorizar as massas. Isso, graças ao Modelo T, que revolucionou a indústria automobilística. Enquanto Ransom Eli Olds criou o embrião da produção em série, Henry Ford a aperfeiçoou e viabilizou: os veículos em processo de manufatura rolavam pela fábrica por mecanismos móveis; por sua vez, os operários permaneciam em pontos fixos. Pronto, eis o princípio que rege o processo industrial do setor até hoje. O Ford T chegou ao mercado em 1909: uma década depois, a produção anual já havia superado a marca de 1 milhão de unidades. O veículo permaneceu no mercado até 1927. Ao todo, 15.007.033 exemplares foram produzidos, número impressionante ainda nos dias de hoje.

3. Austin Seven

Austin Seven foi o primeiro dos carros do povo feitos na Inglaterra

A receita de produzir carros acessíveis, para o povo, já estava consolidada pela Ford quando a Austin decidiu disputar esse mercado no Reino Unido. Para tal missão, projetou o Seven, um automóvel que deveria custar tanto quanto uma motocicleta acoplada a um sidecar.
Em 1922, o Austin Seven chegou ao mercado e causou espanto, devido às linhas utilitárias da carroceria e ao porte diminuto. Inicialmente, o projeto não era unanimidade: alguns consumidores o comparavam a um carro de brinquedo ou até a uma banheira sobre rodas. Mas o preço baixo e as qualidades técnicas acabaram ecoando mais do que as críticas. A produção do Seven prosseguiu até 1939 e contabilizou cerca de 290 mil unidades. O projeto foi fabricado sob licença na Alemanha (pela BMW), na França, no Japão e até na Austrália.

4. Fiat 500 “Topolino”



Tradição da Fiat com carros compactos começou com o Topolino

O início das operações da Fiat data de 1899, mas foi apenas em 1936 que a empresa adentrou no segmento no qual se especializaria: o de carros compactos e acessíveis, para o povo. Naquele ano, a marca lançou o primeiro modelo da linhagem 500, popularmente conhecido como “Topolino” (ratinho, em italiano). Pequeno, mecanicamente simples e mais acessível que qualquer outro carro na Itália, o Topolino logo se tornou um sucesso comercial. A produção, interrompida em 1940, foi retomada em 1946 e se alongou até 1954, totalizando cerca de 520 mil veículos. Pode parecer pouco, mas era uma enormidade para um país pequeno e ainda incipiente no processo de industrialização Depois do Topolino, a Fiat nunca mais deixou de fazer carros compactos de populares. A década de 1950 marcou a chegada do 600 e de um 500 totalmente reprojetado, que sucederam o caíram ainda mais no gosto dos italianos.

5. Citroën 2 CV



Citroën 2 CV foi desenvolvido paralelamente ao Fusca

Ok, o Citroën 2 CV (Deux Chevaux) não veio antes: chegou ao mercado um pouquinho depois do Fusca. Mas o caso é que ambos foram desenvolvidos paralelamente e têm trajetórias com muitos aspectos em comum. Os projetos, contudo, têm pontos de partida e características bem distintas. Ferdinand Porsche já trabalhava em projetos de carros para o povo alemão desde 1931. Porém, foi apenas em 1934, após fechar um contrato com o governo, que todas as diretrizes foram definidas. Os primeiros protótipos ficaram prontos em 1936, e a fábrica começou a operar dois anos depois, mas ainda em esquema pré-série. Apenas 210 exemplares foram produzidos antes do início da Segunda Guerra Mundial. A origem do 2 CV também remonta a 1934, quando a Michelin assumiu o controle acionário da Citroën. A direção queria um novo veículo, de preço acessível, capaz de rodar sem problemas pelas áreas rurais da França. Os primeiros protótipos ficaram prontos em 1937, mas o projeto final só foi definido em 1939. O fabricante já se preparava para iniciar o fornercimento quando a Alemanha invadiu o país. No fim das contas, a produção em série do Fusca só começou em 1947, após o fim da guerra. Bem como a do Citroën 2 CV, iniciada em 1949. O modelo alemão foi um verdadeiro fenômeno comercial, com mais de 21,5 milhões de unidades produzidas em diversos países. Mas o francês também foi um inegável sucesso, com 3,8 milhões de exemplares fabricados até 1990.
 

Fonte: https://autopapo.uol.com.br/noticia/carros-do-povo-5-populares-que-antes-do-fusca/  

Viagem de moto: 10 roteiros pelo mundo para fazer após a pandemia

Alguns países são perfeitos para quem sonha em fazer uma boa viagem de moto. A Harley-Davidson do Brasil preparou uma lista com dicas de roteiros para os pilotos que querem se aventurar pelo mundo quando a pandemia acabar. Confira!

Viagem de moto: 10 roteiros pelo mundo

1. Rota das Mil Kasbahs, no Marrocos

Localizada no lado sul das Altas Montanhas do Atlas, a Rota das Mil Kasbahs segue um antigo trajeto de caravanas através do deserto e do cenário montanhoso do Marrocos. Ali, é possível contemplar a beleza das palmeiras, dos oásis, de antigas aldeias muradas, dos espetaculares passos de montanha e do majestoso Deserto do Saara. A viagem começa em Marrakesh e segue em direção a Aït Benhaddou, através do Tizi n’Tichka, o passo de montanha mais alto do Marrocos. As paradas imperdíveis ao longo da estrada incluem as antigas fortalezas de Ouarzazate e Telouet, além dos espetaculares Desfiladeiros do Dadès. O Deserto do Saara pode ser alcançado em Erg Chigaga, antes de pegar o caminho de volta para Marrakesh, por meio da cordilheita Anti-Atlas.

2. Rota Alpina, na Alemanha

A Rota Alpina é um passeio magnífico pelos alpes bávaros, com suas paisagens de prados, aldeias de montanha e os belos castelos (como Neuschwanstein e Hohenschwangau). O passeio atrai motociclistas com mais de 100 curvas e vistas panorâmicas fantásticas. O trajeto percorre 450 km, entre Lindau, no oeste, e o Lago Königssee, no leste. O ideal é reservar, pelo menos, quatro dias para curtir as belas paisagens ao longo do caminho.

3. Costa Amalfitana, na Itália

A Costa Amalfitana é um Patrimônio Mundial da UNESCO, na costa oeste da Itália. A estrada que a acompanha é esculpida diretamente nos penhascos e beira as águas azul-turquesa do Mar Tirreno. Ela vai de Sorrento a Salerno, com vistas espetaculares a cada curva. O percurso também inclui a famosa Positano, com seus edifícios em tons pastéis. A rota tem muito movimento na alta temporada. Por isso, o ideal é percorrê-la em abril, maio, outubro ou novembro. Quem busca adrenalina deve viajar de Sorrento em direção a Salerno – caminho que coloca o piloto bem ao lado do abismo que termina no mar.

4. North Coast 500, na Escócia

Com 830 km de extensão, a North Coast 500 passa por paisagens no litoral e nas Terras Altas do selvagem e isolado norte da Escócia. É possível contemplar locais históricos, núcleos populares de vida selvagem e destilarias de uísque. O percurso começa a termina no Castelo de Inverness, passando pela montanha Bealach na Bà, pelo lendário Lago Ness e pela aldeia de John o’Groats. Reserve pelo menos três dias para percorrer a rota e conferir as paisagens. Em termos de meteorologia, a melhor época para enfrentar o norte da Escócia é de abril a setembro.

5. Cameron Highlands, na Malásia

As Cameron Highlands, região montanhosa da Malásia, têm um clima frio e é lar de algumas das melhores estradas de motociclismo da Ásia. O local conta com paisagens que vão desde colinas exuberantes cobertas de plantações de chá verde até fazendas de morango e florestas. Existem dois caminhos para chegar às Highlands. O primeiro é a rota Simpang Pulai (A181). Já o segundo, bem mais desafiador, é chamado de Tapah (Rota Federal 59). Ele tem curvas fechadas e pistas mais acidentadas. A dica para quem pensa em fazer uma viagem de moto pelo destino é evitar a estação das monções (de novembro a fevereiro).

6. Rota do Cairo para a Cidade do Cabo, na África

A Rodovia Transafricana vai do Cairo, no Egito, até a Cidade do Cabo, na África do Sul, e é considerada a mãe de todas as viagens de aventura. O piloto pode escolher por quais países africanos quer passar ou, simplesmente, improvisar conforme o tempo disponível e seu nível de bravura. O recorde de conclusão dessa rota em uma motocicleta é de sete dias, 18 horas e 52 minutos. Entretanto, reservar de dois a três meses é um planejamento mais realista. Quem gosta de percursos desafiadores deve fazer a viagem de moto o mais rápido possível, antes que todos os 11 mil km de estrada sejam asfaltados.

7. White Rim Road, Utah, nos EUA

A White Rim Road conta com cerca de 115 km de estrada não pavimentada no Parque Nacional de Canyonlands, no estado de Utah. O percurso foi construído durante a Guerra Fria, para dar acesso a depósitos de urânio. Ele pode levar cerca de 10 horas, mas recompensa as pessoas com uma paisagem incrível, com direito a cânions, arcos de arenito e fantásticas formações rochosas no deserto. A superfície da estrada é de cascalho, rocha e areia. Por isso, é preciso se certificar que o piloto e a motocicleta estejam à altura da tarefa. Além disso, vale a pena levar, pelo menos, quatro litros de água por pessoa, pois não é possível encontrar a bebida ao longo da rota.

8. Rodovia Pan-Americana, nos EUA e na América do Sul

A Rodovia Pan-Americana é uma rede de estradas que se estende por 48 mil quilômetros, da Baía de Prudhoe, no Alasca, até Ushuaia, na Argentina (embora o trecho de 160 km do Estreito de Darién, entre a América Central e a América do Sul, ainda seja efetivamente intransitável por terra). Com seções oficiais e não oficiais, a rodovia atravessa 14 países, incluindo Canadá, México, Guatemala, Colômbia e Peru. A dica para quem pretende se aventurar pelo trajeto é escolher um trecho da rota com base no tempo e no dinheiro disponível.

9. Estrada do Alasca, no Canadá e nos EUA

Indo de Dawson Creek, na Colúmbia Britânica, até Delta Junction, no Alasca, a Estrada do Alasca é um trecho de 2.200 km, construído para conectar o continente americano ao Alasca. Originalmente, era uma via de cascalho, não pavimentada e altamente perigosa. Hoje, está totalmente asfaltada, mas continua sendo uma das mais incríveis e mais espetaculares rotas do mundo. A Harley-Davidson aconselha um para-brisa para minimizar os danos causados por pedras e pelo cascalho nos trechos que estão em obras. É preciso planejar as paradas para abastecer com antecedência e tomar muito cuidado com os alces.

10. Picos de Europa, na Espanha

O Parque Nacional Picos de Europa é uma vasta e bela reserva natural com enormes montanhas que abrangem desfiladeiros, rios, uma exuberante vegetação verde e picos nevados. O local orgulha-se de abrigar algumas das melhores estradas para motocicleta do mundo, com cenários deslumbrantes e acomodações acolhedoras para pilotos. Com tantas estradas excelentes à disposição, o motociclista nem precisam planejar muito a viagem de moto. Há subidas e descidas, passos de montanhas à beira de precipícios, rotas sinuosas e trilhas off-road.

PLANEJE SUA VIAGEM

Agora que você já conhece bons roteiros para fazer uma viagem de moto, é importante planejar uma série de detalhes. Na hora de alugar carros e reservar hotéis, bem como passeios, transfers e ingressos para eventos, usamos as ferramentas abaixo, sempre muito úteis. Com elas você economiza e, de quebra, ganha tempo.

Fonte https://www.dgabc.com.br/Noticia/3734663/viagem-de-moto-10-roteiros-pelo-mundo-para-fazer-apos-a-pandemia

          

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